São Paulo enviou neste domingo (11) uma força-tarefa ao Amazonas para reforçar o combate aos incêndios florestais. A operação leva 30 profissionais, 11 mil litros de retardante de incêndio, drones, cisternas e equipamentos destinados principalmente a áreas de difícil acesso.
O grupo reúne 25 bombeiros especializados em combate a incêndios e cinco profissionais da Defesa Civil paulista. Os materiais embarcaram pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas, com destino a Manaus.
Operação leva drones com câmeras térmicas
Entre os recursos enviados estão drones de combate a incêndio e equipamentos com câmeras térmicas, que ajudam as equipes a identificar focos de calor e acompanhar a evolução do fogo. A estrutura também inclui bombas costais, cisternas, estações de energia, placas solares e conexão de internet via satélite.
O conjunto foi preparado para ampliar a autonomia dos agentes em regiões onde o acesso terrestre e a infraestrutura são limitados. A força-tarefa deve trabalhar em conjunto com as equipes que já atuam no Amazonas.
Retardante será usado contra avanço do fogo
Os 11 mil litros de retardante enviados por São Paulo são utilizados como apoio no controle de incêndios florestais. O produto pode ser aplicado para reduzir a propagação das chamas e ajudar na criação de linhas de contenção, especialmente em operações de maior escala.
O transporte dos equipamentos e materiais foi realizado com apoio logístico aéreo. A mobilização foi anunciada neste domingo diante da necessidade de reforço nas ações de combate ao fogo no estado do Amazonas.
Equipe paulista tem 30 profissionais
Os 25 bombeiros enviados têm experiência em operações contra incêndios florestais. Eles são acompanhados por cinco integrantes da Defesa Civil estadual, formando uma equipe de 30 profissionais.
A atuação conjunta permitirá combinar combate direto às chamas, monitoramento por drones, avaliação de áreas de risco e suporte logístico. Equipamentos de geração de energia e comunicação também foram incluídos para manter a operação em locais mais isolados.
A missão ocorre em um período em que incêndios florestais exigem mobilização de equipes e recursos especializados. A duração da operação dependerá das condições encontradas e da necessidade das equipes locais.



